sábado, 2 de dezembro de 2017

Concerto > Chico Salem > 09 DEZ > 17H30


Chico Salem – "Voz e Violetas”

Actuando na banda de Arnaldo Antunes (Tribalistas) há 18 anos, Chico Salem traz a Portugal o show de seu segundo disco solo “Maior ou igual a Dois”, um álbum repleto de parcerias com amigos (como Zeca Baleiro e Arnaldo Antunes) e de participações especiais (como Manuela Azevedo – “Clã).
Após duas apresentações em Lisboa e Porto em 2016, Chico Salem volta a Portugal com esse show intimista num formato voz e violão, onde apresenta, de uma maneira nua e crua, canções de seus dois álbuns e algumas versões de canções que fazem parte de seu “baú de referências”. Roupagem esta que permite um mergulho na intimidade do artista e na proximidade de Salem com o público.
O mote do CD e dos shows são os encontros musicais que aconteceram ao longo da extensa carreira do artista e os frutos gerados por esses encontros.
Nos show em Portugal o cantor convidará artistas locais promovendo a intersecção dessas duas carreiras e obras. (dependendo de disponibilidade do convidado).
Chico Salem é multi-instrumentista, cantor, compositor e produtor musical. A parceria de longa data com Arnaldo Antunes rendeu várias composições e shows pelo Brasil e pelo mundo. O músico não só toca guitarra na banda do ex-Titãs, mas também produziu o disco Ao Vivo no Estúdio, que recebeu o Prêmio TIM 2008 de melhor álbum de pop/rock.
Durante os seus 22 anos de carreira, Chico Salem já teve a oportunidade de subir ao palco ao lado de artistas como Luiz Melodia, Marina Lima, Marisa Monte, Carlinhos Brown, Elza Soares, Zeca Baleiro, Emicida, Adriana Calcanhoto, Nando Reis, Branco Mello e Erasmo Carlos, entre outros. Em 2002, ele lançou o primeiro disco-solo. Intitulado 01, o álbum teve produção de Alê Siqueira (Tribalistas).

www.chicosalem.com.br
www.facebook.com/chicosalembr
https://www.youtube.com/watch?v=9n3u5ifRDkA
https://www.youtube.com/watch?v=9MVZC7q16xQ
https://www.youtube.com/watch?v=y055OJzsvIk

Workshop > Brincadeiras de Natal > WonderScience > 08 DEZ > 16H00


Concerto de Ano Novo > Arts2Science > 07 JAN > 16H30


segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Performance Transe > 29 NOV > 18H00



Instalação / Performance
TRANSE

A palavra transe vem do verbo “entrega de si”. O artista imerso em suas próprias águas, trazendo de lá a cena do seu corpo, as imagens impressas na tela. Nesse sentido, é uma epifania que dá vazão ao inconsciente sendo assim, mais do que um processo de criação.
Volume e percepções alcançados voluntariamente pelo artista
Resposta fisiológica e focada em situações em que o artista se submete pelo próprio desejo, no mimetismo das cores. 
Viscosidade
Os processos mentais fazendo “loops” na interface entre o sonho e a vigília
Pode ser alcançado com psicotomiméticos
Experiência de uma primavera do inconsciente 
Tempestade
Shakeaspeare: “ Somos feitos da mesma substância de que são feitos os sonhos”. 
Continua: “ Nossa curta existência está contida no período de um sono”.
Nitidez sob regência de uma mente que rompe com a lógica e com a razão
Não se pode reproduzir em um procedimento operacional científico, se tratando de uma experiência intransferível.
A palavra “transe” vem da constelação “Ação de inspirar” 
14.0. Disciplinas e correntes místicas: yoga, asanas,mudra, pranayama, sufismo, meditação, oração, hipnose, shamanismo, umbanda, biodança, caminhada, coito, sexo
15.0. Do latín “transire”: transitar, transportar-se, cruzar, passar por cima.
16.0. Chegar ao ilimitado e inominável “Qi”

_________________________________________________________________

O artista Rafael Cabral em suas múltiplas facetas, ao construir sua obra absorve e é absorvido por ela, e pelo que o cerca. Expurgando para fora o que não lhe cabe mais. Uma transmutação, bem conduzida pela cor, que o leva ao seu interior mais profundo. O processo é: o movimento de manipular as matérias, de confundir a mente, de trazer à luz para o lado sombrio. Interior e exterior. O brilho é apenas um reflexo momentâneo da cristalização de uma vida...
Nesta aparição em Lisboa, Cabral inicia seu processo com uma performance onde ele próprio em uma ação de 4 horas seguidas em Transe, constrói  uma obra.

Apresentação de Livro > A Confissão — Fátima ou a Desfaçatez > Henrique Rodrigues > 2 DEZ > 16H00



Sinopse
O livrinho ora dado à estampa pretende resumir de forma impecável e epigramática o estrépito em redor do vulto mariano. Como cáustico e episódico memento do culto, o autor não desejou ir muito além do tragicómico.
Avesso ao estupor iconólatra, a mesquinhas vindictas iconoclastas, pugna pela razoabilidade.
Com a justificação de que se deve manter o crente sob “a loucura da cruz” (talvez indefinidamente, pois tarda a vir o “Reino” anunciado há dois mil anos) uma colorida e variegada sinfonia taumatúrgica acabou por se desenvolver nas suas barbas.
Sob a copa virginal, dir-se-ia, o leitor saberá que também nasceu, em lide de combate, a razoabilidade do crente expectante, vazo de manhas, manco de passos miríficos para a beatitude.
É o combate a instar, não poucas vezes, ao uso do cinismo, da mofa, do humor negro vertido de irisada bílis.